segunda-feira, 3 de novembro de 2008


Hoje ao escrever-te uma carta de amor, fui-me despindo perante ti. Em cada palavra escrita e sentida, uma lágrima, a cada letra que escrevia pelas linhas suaves do papel, o coração refletia os meus sentimentos mais puros. Desenhei-me em palavras e pus no papel o meu coração, só queria que soubesses que o que sinto por ti, não pode ser descrito apenas por um sentimento.

Palavras sinceras escrevi, mas sei que basta olhares para mim, para saberes o que sinto. Amar-te-ei sempre por muito tempo que passe e por muito distantes que estejamos.


(Déia)

O que escrevo não é nada comparado com aquilo que sinto!


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